
Usado em 1927, na pioneira viagem da África ao Brasil, o hidroavião Jahu foi reformado durante três anos, para voltar a ser usada como atração museológica, em São Paulo. Nascido do sonho do visionário João Ribeiro de Barros e construído às custas dele na Itália, o Hidroavião Jahú e despertou atenções quando realizou o primeiro “raid” de um a
vião do Brasil, conduzido – na histórica viagem, pelo seu “pai”, Ribeiro de Barros, e pelos companheiros Newton Braga, João Negrão e Vasco Cinquini.
O sucesso das amerissagens feitas pela aeronave foi enorme! E pousar nas águas tormentosas de Fernando de Noronha foi uma proeza inesquecível, somente documentada pelo então diretor do Presídio Comum então existente, Manuel Pinheiro de Menezes...
Mais recentemente, durante três anos ele foi sendo reformado, consumindo 12.500 horas de trabalho - para que ficasse como era, quando decolou do Arquipélago de Cabo Verde, na costa africana, na manhã de 28 de abril de1927, até o Arquipélago de Fernando de Noronha, em 12 horas de vôo, a 190 quilômetros por hora - velocidade que durante dez anos se manteve recorde. Ribeiro de Barros tinha apenas 27 anos à época.
vião do Brasil, conduzido – na histórica viagem, pelo seu “pai”, Ribeiro de Barros, e pelos companheiros Newton Braga, João Negrão e Vasco Cinquini.O sucesso das amerissagens feitas pela aeronave foi enorme! E pousar nas águas tormentosas de Fernando de Noronha foi uma proeza inesquecível, somente documentada pelo então diretor do Presídio Comum então existente, Manuel Pinheiro de Menezes...
Mais recentemente, durante três anos ele foi sendo reformado, consumindo 12.500 horas de trabalho - para que ficasse como era, quando decolou do Arquipélago de Cabo Verde, na costa africana, na manhã de 28 de abril de1927, até o Arquipélago de Fernando de Noronha, em 12 horas de vôo, a 190 quilômetros por hora - velocidade que durante dez anos se manteve recorde. Ribeiro de Barros tinha apenas 27 anos à época.
Uma empresa de serviços para helicópteros de Carapicuíba/ São Paulo, realizou os serviços necessários para devolvê-lo à Fundação Santos Dumont, que tem a posse do Jahú. E o trabalho foi feito em parceria com o Ministério da Aeronáutica/ 4º Comar, a Fundação Santos Dumont e a Aeronáutica Italiana, contando ainda com o apóio do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo. O Jahu é tombado por uma entidade criada pela família do piloto João Ribeiro Barros, seu idealizador.
O Jahú foi encontrado em estado de abandono, num hangar do Aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, corroído por cupim e pela umidade. Cerca de 40% da carcaça foi reconstruída e foi ele pintado de vermelho vivo, parecendo novo... O avião impressiona pela tecnologia com que foi construída na época, com motor Isotta Fraschini, de 1924, bomba dupla de gasolina, tampa das válvulas de alumínio (um material raro para a época). Seus dois motores ficam no alto do avião.
A família do piloto João Ribeiro Barros e a Prefeitura de Jaú querem que a aeronave fique na cidade no interior paulista que inspirou o seu nome. Corre na Justiça um processo de desapropriação do bem, e um outro de reintegração de posse. Agora é aguardar a decisão oficial e, enquanto isso não acontece, é a Fundação Santos Dumont que decide o destino do hidroavião, pensado para ser colocado no museu da TAM, em São Carlos /SP.
Enquanto aguarda a decisão, Ismael Ribeiro de Barros, sobrinho de João Ribeiro de Barros e guardador de lembranças do Jahu, fez a doação de um fragmento da lona que revestia a asa do hidroavião à Administração de Fernando de Noronha, para ser um elemento a mais, no acervo expositivo do Memorial Noronhense, espaço cultural existente no Arquipélago.
Enquanto aguarda a decisão, Ismael Ribeiro de Barros, sobrinho de João Ribeiro de Barros e guardador de lembranças do Jahu, fez a doação de um fragmento da lona que revestia a asa do hidroavião à Administração de Fernando de Noronha, para ser um elemento a mais, no acervo expositivo do Memorial Noronhense, espaço cultural existente no Arquipélago.
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Fotos: o Jahu amerissado nas águas de Fernando de Noronha / tripulantes do Jahu recebidos pelo diretor do Presídio. Acervo original: Genaro Pinheiro.