sexta-feira, 12 de outubro de 2018

MARIA -MINHA MÃE!!




Chamam-te de muitas formas, Mãe querida! És a Mãe do Carmelo, a Mãe Rainha, a Mãe Imaculada, a Mãe Auxiliadora dos Cristãos, A Mãe Aparecida no Brasil e de tantos outros títulos merecidamente recebidos!



Importante: és MÃE... A minha Mãe. A Mãe de todos os homens! A Mãe escolhida para gerar o Filho de Deus. A Mãe venerada na singeleza dos rosários desfiados entre dedos. A Mãe, Co-Redentora da Humanidade.



E hoje, dia 12 de outubro, pelo Brasil afora, as homenagens se sucedem, pelas ruas das cidades, pelos povoados, pelos mais longínquos lugares... A Mãe de tantos nomes nos altares dos templos suntuosos e nas capelas humildes; nas romarias pelo Brasil afora e no coração de cada um que te venera!



Humildemente peço: olha pelo nosso País, Mãe-Padroeira! Abraça este País, Mãe-Padroeira, com tua devoção de Mãe-Protetora, reunindo bem pertinho de Ti o calor que aquecerão a frieza de tantos, a amargura de outros, a desesperança de muitos e, nesse aconchega materno, consola os que estão para perder a esperança, reconfortando esses corações...



Numa prece silenciosa, escondida dentro de cada coração, teus filhos aguardam... Vem logo, Mãe, neste dia de homenagens que vai se findando!



E dá-nos a tua PAZ, como sempre!      



Vem, Mãe! Vem, Maria!



Amém!   

 

 




quarta-feira, 12 de setembro de 2018

SETEMBRO DE MUITAS RECORDAÇÕESPARA FERNANDO DE NORONHA


Setembro é um mês de lembrar momentos conturbados e ansiosamente vividos no Arquipélago. A Guerra chegara a Fernando de Noronha em 1942, sem ser anunciada e apressadamente preparada para possíveis conflitos, deslocando para lá enormes canhões e grupos de expedicionários com cerca de 300 “pracinhas” jovens, isolados e ansiosos para defender a Pátria.
 
Chegava também uma Base Americana, com 300 homens, instalando-se nas imediações do Mangue do Sueste, destruindo parte da região circunvizinha daquele que é o “único mangue existente em uma ilha no Atlântico”, causando uma inquietação nem confessada, neste que é o único exemplar dessa espécie.

Todos se preparavam, no Arquipélago, para uma guerra que não veio, marcada por conflitos que nunca foram experimentados, mas que consumiu um grande arsenal bélico e treinamentos diários de todo aquele efetivo deslocado para defender a terra e o mar ao redor.     

Muitas dessas peças foram deixadas por lá mesmo. Os homens recrutados foram sendo retirados aos poucos. Todo o espaço foi sendo reocupado, embora jamais voltassem a ser os mesmos. Na ilha principal, lá longe – a uma considerável distância - restou a edificação hoje chamada “Frigorífico Velho”, que cumpria na ilha o papel de estocar tudo o que fosse perecível e que, para esse fim, foi inteiramente revestido de material americano isolante (parte feito com cortiça) que o tempo e os ratos foram destruindo...
 
Setembro é esse tempo de reconhecer quantos usos arriscados Fernando de Noronha viveu, nesses séculos de ocupação, desenvolvimento, experimentações diversas, para chegar ao século vinte e um reconhecido como um patrimônio inegável de natureza insular muito especial, e de uma história rica de acertos e erros, componentes de tudo o que hoje vivemos.  

Parte dessa área integra hoje o Parque Nacional Marinho. Todo ele permanentemente vigiado, defendido embora disponibilizado para ser visto pelo Turismo hoje praticado, que espreita essa beleza com absoluta paixão.  

SETEMBRO, um mês especial, desde sempre!